Esta é uma obra de ficção. Utilizei vários contos, entrevistas, escutei muito, mas muito imaginei.
Espero que ninguém sinta-se magoado por alguma descrição, por espelhar-se num personagem e não gostar de um detalhe pensando que a história podia ter sido diferente.
A responsabilidade do texto é minha e só minha; tem sim a vivência num centro espírita, mas eu criei outro centro espírita imaginário, em que o pai de santo é Pai Francisco, o pai pequeno é Enzo, a mãe pequena Sofia. Claro, os médiuns que me contaram suas histórias agora estão vendo-as no papel, mas podem também bem entender que eu usei os contos deles com fins narrativos. Para criar minha própria história, em relação a que chamo de "emoção da Umbanda".
Peço paciência e compreensão a quem não gostou deste processo.
Se magoei alguém, peço desculpa.
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