A maioria dos que leram "Retratos na Umbanda" e gostaram disseram que é um romance que induz a "pensar", porque os personagens são complexos, às vezes contraditórios, apesar de fazer parte de um Centro de Umbanda e de acreditar em Deus.
Curtindo a história você acaba conhecendo a Umbanda quase sem querer, disseram outros.
Estes gostaram do lado, digamos assim, "antropológico" do livro.
Outros disseram que é uma leitura agradável, apesar do grande numero de personagens que podem complicar um pouco no começo.
As primeiras trinta páginas, de fato, são interlocutórias. O leitor entende exatamente quem é quem a partir do segundo capitulo.
Eu estou gostando do retorno, principalmente do comentário de uma médium do Centro que disse: "É um livro cheio de verdades!" e da opinião de um jornaleiro de Copacabana, que decidiu vender "Retratos na Umbanda" na sua banca e me contou a história dos mendigos que moram nos becos e nas encruzilhadas entre a Toneleiro, Anita Garibaldi e o Bairro Peixoto.
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